quinta-feira, 23 de junho de 2011

Paranapiacaba - Magic City

Este post relata mais um daqueles dias que você acorda achando que vai ser um dia normal como qualquer outro, mas ...

Aproveitando o feriado, acordei lá pelas 11h e o dia estava claro e bonito. Então a Lu sugeriu um passeio na vila de Paranapiacaba. Considerando o fato que queria aproveitar o passeio verifiquei que o Festival de Inverno ainda não tinha começado, então topei.

Embora não seja o caminho mais curto, fomos pelo Rodoanel até a Anchieta com a intenção de almoçar no Praiano da Estrada Velha. Obviamente o lugar estava tão cheio de gente para fora que nem paramos para ver o lado de dentro. Nossa próxima tentativa foi o Praiano da Índio Tibiriçá.

Pelo menos esse não tinha clientes sobrando para o lado de fora.... e que diferença faz: tempo de espera de uma hora. Um olhou para a cara do outro e dissemos: "Bar da Zilda?" 

Seguimos nosso caminho ainda com o dia claro, mas, assim que chegamos na saída da Trilha do Gasoduto, próximo à Solvey, uma densa neblina subiu e deixou tudo branco. Nem deu para ver a placa da entrada para a Parte Baixa, virei por instinto.

Na vila existiam algumas barracas na rua para as noites de festa junina. Estava um pouco cheio de gente, mas transitável. É claro que uma olhada no 354 da Rua Direita para ver se a Quinta do Portuga já estava funcionando seria algo, no mínimo, obrigatório. Estamos aguardando.

No Bar da Zilda o garçom sugeriu matambre (e aqui começou outra saga, mas conto outro dia) assado no fogão a lenha, arroz, farofa, vinagrete e purê. É claro que a Lu pediu suco de cambuci.

E a neblina continuava densa...

Depois do almoço fomos até o Espaço Gastronômico para apriveirtar a sobremesa. Pedimos uma fatia de bolo de coco e uma de brigadeiro. Estávamos sentados em um dos bancos ao redor do Antigo Mercado, quando a Lu me perguntou se eu me lembrava do caminho entre Paranapiacaba e o Magic City.

Olhei no GPS e ele estava lá. Então, vamos...





No caminho para Taquarussu a neblina começou a diminuir um pouco. Encontramos muitas pessoas fazendo caminhada, voltando de Taquarussu.


Em Taqurussu haviam algumas pessoas fazendo um convescote na beira do lago e próximo às casas, havia uma moça com roupa de época se sentando no gramado. A Lu me perguntou se eu também estava vendo, vi mas não quis tirar foto, vai que não aparece...

Depois disso, seguimos até uma bifurcação. Seguimos pela direita, embora depois, eu descobri que também daria para ter ido reto. Entretanto, encontramos dois rapazes meio desesperados fazendo sinal para pararmos.

Vitor perguntou se nós tínhamos visto um trator para poder retirar a caminhonete da vala que tinha caído. Disse que o pai dele ficou tentando tirar, mas não conseguiu. A caminhonete estava próxima ao Camping Simplão de Tudo.

Perguntamos se eles tinham a cinta para o reboque e eles disseram que sim. Embora receosos, decidimos ajudar. Eles entraram no carro e Vitor me perguntou se eu era da Mauá pelo crachá do veículo. Disse que morava próximo.

Um pouco mais a frente, encontramos uma L200 prata vindo em uma bifurcação. Contamos o problema e eles vieram conosco.

Quase chegando ao camping, vimos a caminhonete vindo. O pai de Vitor conseguiu tirar a caminhonete e nos disse: "Cavei que nem um tatu". Nos despedimos e voltamos para o nosso caminho.




Após passarmos pela bifurcação que encontramos Vitor e seu amigo, seguimos o caminho do GPS até o Magic City. Entretanto, uma curva indicada por ele realmente não daria para ser feita. A estrada era muito ruim e o facão muito alto. Quando havia estudado o caminho para colocá-lo no GPS, vi que a estrada que estávamos também nos levaria até o Magic City. Do lado direito podemos avistar a Estação de Furnas Tijuco Preto.

Logo em seguida encontramos a tubulação da adutora do Sistema Rio Claro, que trás água de Salesópolis até a nossa região.



Chegamos ao Magic City às 17h15 e já estava fechado. A Lu pediu para conhecer a pousada, mas o segurança disse que não tinha ninguém na recepção. Pelo menos nos deixou usar o banheiro, que por sua vez contempla a solução para um dos maiores problemas da Física: dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço ao mesmo tempo.

Sem comentários...

Voltamos pela estrada asfaltada em virtude da hora, embora eu ainda queira testar se a continuação do caminho nos permite voltar para a entrada da Parte Baixa de Paranapiacaba, na estação Campo Grande.

O jantar ficou por conta do Rancho Trevo da Pamonha: bolinho de queijo, espeto de frango, bolo cremoso de milho e café.


Como dito, um dia que tinha tudo para ser normal, se não fossem os 130 km percorridos.


Visualizar Taquarussu - Magic City em um mapa maior








Participaram:
  • TR4: Roberto e Luciana.


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