domingo, 1 de agosto de 2010

Trilha do Gasoduto

Esse passeio que era para ser uma simples visita à Vila Inglesa de Paranapiacaba e acabou virando matéria de jornal.

Combinamos com o Rafael e o Sérgio de fazer trilha em Paranapiacaba, entretanto, na noite anterior, comecei a procurar na internet se alguém tinha postado algum mapa ou caminho de outras trilhas da região.

Por sorte encontrei um blog de dois rapazes, com tracklog, que fizeram a Trilha do Gasoduto de bicicleta. Pesquisei um pouco mais e imprimi o mapa, só para garantir.

Na manhã seguinte, passamos na casa do Rafael e nos encontramos com o Sérgio em frente à Churrascaria Estrela dos Pampas. Quando comentei que havia encontrado a trilha, houve empolgação total, afinal é bem mais divertido chegar lá com um pouco de lama. Comentei que sairíamos do Bar da Lu, na Rodovia Caminho do Mar (Estrada Velha de Santos) e o Sérgio já falou com um pessoal que estava indo para lá e nos esperariam.


Eles iriam passar em uma trilha antes de seguir pela Trilha do Gasoduto, mas é claro que a diferença entre os carros não nos permitiu segui-los por uma trilha. Decidimos seguir nosso plano pela Trilha do Gasoduto.

Nossa primeira parada foi no Sangradouro Pequeno Perequê, vertedouro responsável pelo controle do nível da represa Billings. O sangradouro foi aberto em fevereiro, depois de permanecer fechado por 14 anos. Ao redor haviam algumas aves, mas sem movimentação.


Depois disso, a trilha é bem tranquila, até que chegarmos à Ponte dos Sete Tubos. Lá encontramos uma pequena área com uma churrasqueira improvisada nas pedras.



Enquanto isso o pessoal que encontramos no Bar da Lu chegaram. Após conversarmos um pouco, seguimos em comboio. O tempo estava fechando e não sei conseguiríamos conseguir passar o caminho que viria pela frente se chovesse.



A estrada começou a ter alguns buracos um pouco maiores e com bastante lama. Nota mental: "Não fechar os olhos ao passar pelos buracos". Um pouco a frente o pessoal com os jipes mais preparados foram brincar em um atoleiro.

O Sérgio também tentou e a L200 Outdoor HPE, literalmente, abriu o bico.


Graças à tecnologia de ponta do enforca gato, pudemos "resolver" o problema e seguir o caminho.

Mais a frente nos deparamos com uma bifurcação. De um lado uma rampa e do outro uma trilha pela mata. Nós e o rapaz da Ranger subimos a rampa, enquanto a outra parte do grupo decidiu ir pela trilha.

A Ranger foi a primeira a tentar a subida. Foi, foi, foi e voltou. Ela voltou um pouco mais e acelerou para entrar mais rápido na subida e conseguiu. Depois descobrimos que a tração era 4x2.


Fomos os segundos a subir, a Lu engatou a reduzida e a TR subiu sem tomar conhecimento da rampa, nem precisou acelerar para subir embalado. Logo depois veio o Sérgio, também sem problemas.

Logo à frente encontramos a segunda subida, que, embora fosse mais íngreme, não ofereceu nenhum problema.


A partir daí a estrada ficou um pouco mais estreita, com mata mais fechada, e mais esburacada. Logo chegamos até a Rodovia Deputado Antônio Adib Chammas, ao lado do clube dos funcionários da Solvay. A partir daí, foi só seguir até a bifurcação entre as estradas que levam para a Parte Alta e a Parte Baixa da Vila.


Nossa primeira parada na Vila foi no Clube União Lyra Serrano e em seguira fomos almoçar. Infelizmente o Portuga do Flor da Benedetti não estava lá, então almoçamos no Bar da Zilda.

A volta foi tranquila, mas com muita neblina, a final de contas estávamos e Paranapiacaba. 

Visualizar Trilha do Gasoduto em um mapa maior


Um fato interessante foi que, alguns dias depois, foi publicada a edição 74 do Jornal Mais Off Road.Comecei a procurar alguma coisa sobre o passeio de Bocaina, quando, de repente, encontrei uma matéria escrita pelo Edson. A foto foi tirada quando eles nos encontraram na ponte dos Sete Tubos.


Participaram:
  • TR4: Roberto, Luciana e Rafael;
  • L200 Outdoor HPE: Sérgio, Marina e Ângelo.

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