segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Socorro - 20-22.11.2009

Gostaria de dizer que toda essa estória começou aqui, mas na verdade, a Lu e eu sempre gostamos de nos embrenharmos por estradas de terra, mesmo com um Corsa Sedan.

Em um jantar em nossa casa, combinamos com o Jean e a Mayra de fazermos passeios que pudessem ocorrem em um fim de semana, ou seja, em cidades próximas à São Paulo. Para nos ajudar, utilizamos o Guia Quatro Rodas - Fim de Semana - São Paulo - 2008, pois poderíamos ter algumas ideias que atendessem aos critérios que estávamos buscando. A cidade escolhida foi Socorro.


Alguns dias depois tínhamos uma lista com pousadas e a escolhida foi o Refúgio das Maritacas. Essa pousada pertence à mesma família que mantém o Parque do Monjolinho e nos permitiu acessar o parque diariamente.

Como o feriado caiu na sexta-feira, sabíamos que teríamos muito trânsito pela frente. O Jean e a Mayra conseguiram sair mais cedo, entretanto eu tinha aula até 21h30 e só conseguimos sair de casa próximo da meia-noite. Mesmo saindo de madrugada haviam muitos carros na pista, mas o pior foi um incomum calor infernal para o horário.

Não conseguimos conversar com o Jean, pois na pousada não tinha sinal de celular. Chegamos na pousada quase 3 da manhã e batemos na porta do vizinho para pegar a chave do nosso chalé.

O café da manhã da pousada era simples, mas em minha opinião contempla o melhor pão de queijo que já comi entre as pousadas que visitamos até o momento.


Logo depois do café fomos para o Parque do Monjolinho. O acesso principal do parque fica na rodovia, entretanto, como hóspedes da pousada, tínhamos acesso pela balsa movida à tração-animal. Notem que a Mayra sempre alegre e fazendo o sinal "jóia" nas fotos.



No primeiro dia fomos conhecer o parque e caminhamos por uma pequena trilha. Ao longo da trilha haviam algumas estátuas com sensores de presença, como a da Branca de Neve (?).

Também tem uma cabana "mau"-assombrada com um esqueleto que se mexe por um sistema de polias cuja tração é dada pelo movimento de um monjolo.


O parque possui um restaurante e estrutura para arborismo e tirolesa. Além disso, também possui alguns pontos de acesso para banho no Rio do Peixe. Embora eu já tivesse feito a tirolesa em Goiás, Jean e Mayra (muuuito mais Mayra do que Jean) estavam com vontade fazer. As fotos falam por si.





A passagem pelo centro da cidade durante a tarde rendeu um vinho e algumas porcarias compradas no mercado. E esse foi o nosso jantar, ou melhor, esse foi o acompanhamento que tivemos quando jogamos algumas partidas de Imagem e Ação na varanda do chalé durante a noite.


No sábado, fomos conhecer a Gruta do Anjo que fica dentro da pousada que leva o mesmo nome. 


A gruta era utilizada antigamente para extração de minério e ainda possui alguns explosivos instalados com o pavio à mostra.


O lugar é bastante frio e úmido e, segundo o guia, a temperatura da água do lago estava em torno de 12 °C. O passeio de pedalinho mostrou uma sombria escada no fundo da gruta.


Depois disso, tínhamos que fazer parada obrigatória na Feira de Malhas de Socorro (dessa vez o Jean não conseguiu enrolar a Lu). Quente... muito quente os boxes que vendiam roupas para deixar as pessoas mais quentes ainda. Após rápida visita (felizmente) as meninas só olharam e, incrivelmente, não compraram nada.


Olhando os mapas turísticos da região, nos chamou atenção o mirante da Pedra Bela Vista, então decidimos conhecer. E foi nesse trajeto que a motivação desses relatos surgiu.

Começamos a subida e após uns 5 km o Corsa atolou. Estávamos apenas com um carro e sem nada para servir como apoio para a roda esquerda.


Após algumas tentativas, o Jean decidiu se debruçar sobre o capô. Somente assim conseguimos desatolar o carro. E foi nesse dia que eu decidi que um carro com tração nas quatro rodas seria fundamental para os passeios que estávamos acostumados a fazer.



Finalmente, quando chegamos ao final da subida, pudemos contemplar a paisagem a partir da pista de Paraglider.





Já se passavam das 16h quando voltamos da Pedra Bela Vista e decidimos tentar a sorte no Restaurante Nascentes. O lugar estava cheio com um grupo que estava terminando o almoço e iriam fazer rafting no Rio do Peixe. O proprietário nos disse que a comida estava acabando, mas iria fazer um peixe para nós..... esse povo exagerado do inteiror. A "sobra" do almoço estava muito gostosa e depois disso ainda chegou a porção de tilápia. Na falta de tubaína, bebemos o refrigerante Krill, cuja fábrica fica na cidade.

No domingo, a passagem por Bragança na volta para casa não poderia acontecer sem passarmos pela Linguiçaria Brangança, responsável pela fama do produto na região.




Participaram:
  • Corsa: Roberto e Luciana;
  • Turbo Fanta: Jean e Mayra.

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